CRIANÇA PEDE SOCORRO APÓS MÃE SER AGREDIDA E ATROPELADA PELO COMPANHEIRO EM BOTUCATU
Gritos de socorro de uma criança levaram a Guarda Civil Municipal de Botucatu a atender uma ocorrência de violência doméstica na tarde de quinta-feira (15), no Jardim Aeroporto. A mãe teria sido agredida e atropelada pelo companheiro, segundo o relato. A vítima foi socorrida no hospital e uma das envolvidas permaneceu presa, à disposição da Justiça.
ATENDIMENTO COMEÇOU NO JARDIM AEROPORTO E O CASO FOI REGISTRADO NA DDM
A criança foi vista em frente à residência, gritando por ajuda e dizendo que a mãe havia sido atropelada pelo próprio pai. Foi esse relato que acionou a equipe. O Centro de Operações Integradas (COI), central que recebe e distribui os chamados de emergência no município, despachou a Ronda Ostensiva Municipal (ROMU), patrola da Guarda Civil Municipal (GCM) que atua nas ruas da cidade.
No endereço, os guardas encontraram a mulher ferida, acompanhada dos filhos. Segundo o relato dela, o companheiro teria cometido as agressões e deixado o local em uma motocicleta antes da chegada das equipes. Ele não foi localizado durante o atendimento.
A situação ficou mais tensa durante o atendimento. A vítima informou que a cunhada também teria participado das agressões. Conforme o registro da ocorrência, a própria familiar confirmou ter agredido a mulher e afirmou que não permitiria sua entrada na residência para retirar os pertences pessoais.
Quando a vítima tentou recolher seus objetos, uma nova agressão teria ocorrido na presença dos guardas municipais. Ao intervir para separar as envolvidas, a equipe enfrentou resistência: segundo a GCM, a suspeita empurrou um dos agentes e tentou agredi-lo. Para conter a mulher e interromper as agressões, os guardas utilizaram gás de pimenta e restabeleceram a segurança no local.
A vítima foi encaminhada ao Pronto-Socorro Adulto de Botucatu para receber atendimento médico. Em seguida, a ocorrência foi apresentada à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), unidade especializada em crimes contra mulheres. O caso foi registrado como violência doméstica, lesão corporal e resistência.
Após a análise dos fatos pela autoridade policial, uma das envolvidas permaneceu presa e à disposição da Justiça. Segundo os registros publicados por veículos locais, trata-se da mulher que confirmou ter agredido a vítima e resistiu à abordagem dos guardas.
O paradeiro do companheiro segue sendo apurado pela Polícia Civil.
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